BlogduCana - um homem de teatro (sem teatro)


27/08/2008


A disputa pela terra.

Índios versus arrozeiros

A cultura milenar, a natureza, contra a ganância, o dinheiro e a cultura branca exploradora.

 

 

 

Povos da amazônia

Eles precisam tão somente da natureza e seu habitat para viver.

 

 

Leia sobre o posicionamento de um dos representante dos arrozeiros, cobrando parcialidade, quando que eles, contra os índios, queimam aldeias, contratam jagunços para matar, expulsar os índios da terra, apropriar-se e devastar, desrespeitando o meio ambiente. Querem imparcialidade. 

 

 

Expulsar, devastar, plantar, isso é progresso?

 

 

Tem gente que acredita: isso é progresso.

 

 

O deputado federal Márcio Junqueira (DEM-RR) criticou a visita feita pelo relator especial das Nações Unidas para os Direitos Humanos e as Liberdades Fundamentais dos Povos Indígenas, James Anaya, à Terra Indígena Raposa Serra do Sol. Segundo o parlamentar, o representante da ONU foi parcial na análise sobre a disputa entre índios e ruralistas, que será julgada hoje (27/08/2008) no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Ele ouviu apenas uma pequena parcela da população indígena. Portanto, ele perdeu a imparcialidade e a condição de elaborar qualquer relatório que desenhe a realidade daquela região”, disse Junqueira, aliado dos arrozeiros que disputam com os índios a posse da reserva.

O parlamentar afirmou ainda não se importar com as críticas feitas pelo Conselho Indígena de Roraima (CIR) aos políticos do estado, definidos pelos índios como antiindígenas. “Se o CIR pensa assim, que lance candidatos nas próximas eleições e busque o apoio da população de Roraima.”

 

 

Povos da amazônia

Com certeza, esse sorriso não é para os exploradores do agronegócio.

 

A população de Roraima respeita o povo indígena?

 

Os arrozeiros não naturais de Roraima ou são oriundos do agronegócio de outros estados?

 

O deputado federal Márcio Junqueira (DEM/RR) tem grau de parentesco com os índios? Considera os índios cidadãos brasileiros?

 

Algum arrozeiro, na eleição passada, colaborou para sua campanha?

 

Eu não sei, estou perguntando.

 

Algum índio votou no "nobre" deputado?

 

 

Dados do dep. federal Márcio Junqueira retirados da internet (google)

 

Data de Nascimento: 27/01/1968
Naturalidade: Brasília - DF

 

Radialista Deputado Federal apoiador dos arrozeiros

 

Ocupação: Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista
Grau de Instrução: Ensino Médio completo

Eleito pela coligação Roraima Pra Todos (PP / PTB / PL / DEM / PSDB) com 15.468 votos (8,10%)



Valor máximo de gastos na campanha 2006 declarado ao TSE:

R$ 600.000.00

 

Faça a conta: 600 000 dividido por 15 468. Teremos o custo de cada voto do deputado. Quem pagou essa conta?

Escrito por jncanabarro às 08h43
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26/08/2008


O ex-governador Olívio Dutra e o deputado estadual Raul Pont são 

os dois gaúchos

que figuram no volume I da coletânea “Muitos Caminhos, Uma Estrela – Memórias Militantes do PT”, que será lançado pela Fundação Perseu Abramo.

Organizado pelos historiadores Marieta de Moraes Ferreira e Alexandre Fortes, o primeiro volume da coletânea traz 12 depoimentos de fundadores do partido ou de militantes que ajudaram a construir a sigla nos seus primeiros anos de existência. São narrativas marcadas por visões particulares que misturam alegria, orgulho, indignação, algumas pitadas de tristeza e muito humor.

 

 



O lançamento em São Paulo ocorreu no dia 18 de agosto. Em setembro, a obra será apresentada também ao Rio Grande do Sul.

Escrito por jncanabarro às 09h04
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25/08/2008


Brincadeira do ff.amado (cebolinha) com os artistas, lá no blog dele.

 

Profundo...

 

"OS PARADOXOS ENTRE A TÉCNICA E A REALIDADE SE ACENTUAM:

CONTINUAMOS NOVOS NAS FOTOS ANTIGAS, E VELHOS NAS FOTOS NOVAS..."

 

 

Sean Connery                                         Sofia Loren

Ator de cinema                                    Atriz de cinema

 

Brincadeira do tempo com o JN Canabarro

 

Profundíssimo...

 

JN Canabarro

Ator e diretor de teatro

 

A continuidade desta postagem, ao menos está na pauta, tratar-se-a das uvas e do vinho...

 

 

Escrito por jncanabarro às 16h12
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Recomendação

Um blog que recomendo aos meus leitores, novamente.

Não só advogados, mas todos nós, deveríamos acessar de quando em vez este blog.

Trata-se das postagens do santanense Paulo Roney Fagundez, advogado, Procurador de Estado e que já foi ator de teatro, Chefe do Departamento de Cultura em Livramento, poeta premiado e com vários livros publicados.

Paulo Roney aqui mostra seus sentimentos ecológicos, poéticos, políticos, éticos. Críticas e posicionamentos que valem a pena ser lidos... Alguns simplesmente admirados e analisados, como a postagem abaixo.

 

REALIDADE

Por trás das lindas peças produzidas na China há um trabalho semi-escravo.

 

Fotos de Paulo Roney/2007-China.

 

blog do Paulo Roney

http://pr.fagundez.zip.net/

Escrito por jncanabarro às 14h59
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Atenção, atenção...

Os que são contra a qualquer tipo de cotas, com relação às notícias sobre o "nepotismo", quando irão se manifestar?

Quem é contra as cotas para parentes? 

Aqui em Livramento, na Câmara e na Prefeitura Municipal, há parentes em cargo de confiança, ou em outras atividades sem concurso público?

Dizem que parentes sempre fizeram a farra nesta comarca.

Até agora ninguém se manifestou, nem na imprensa há cobranças. (Por que haveria?)

Em Livramento não há nepotismo

Enquanto aqui, todos comem "em tranca", se fazem de surdos, esperam para ver como é que fica, a parentada continua deitando, rolando e faturando do erário público.

 

E que hajam tetas para tantos leitões.

 

Um contribuinte me perguntou, empregar de assessor um "casaco de parente", também é nepotismo? Aquelas assessorias que só aparecem no dia do pagamento? Me contaram isso, mas passo aos leitores do blog como "piada".

 

Mas em Brasilia há grande movimentação...

 

É escandaloso, para dizer o mínimo, o comportamento de alguns parlamentares no Congresso Nacional, em reação após a meritória decisão do Judiciário que proibiu a perniciosa tradição do nepotismo (contratação de parentes) na gestão pública brasileira.

Tentativas de flexibilizar a lei, como a absurda criação de uma "cota" para parentes - idéia que surgiu nos bastidores da Câmara dos Deputados logo que o Supremo Tribunal Federal aprovou a proibição do nepotismo nos três poderes - são denunciadas hoje nos principais jornais do país.

Segundo divulga a Folha de S. Paulo, ninguém assume a paternidade da idéia. Já o Estadão diz que a tese partiu do deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) que interpretou a decisão do Supremo como uma "orientação dos entes públicos" e não uma interdição.

Felizmente, alguns parlamentares já se movimentam para demitir os parentes, caso do presidente do Senado Garibaldi Alves (PMDB-RN), que anunciou a dispensa de um sobrinho. Vamos ver quando toma o mesmo caminho campeões de nepotismo no Senado, como por exemplo, o 1º secretário da Mesa, senador Efraim Morais (DEM-PB), que tem nada menos que 13 parentes nomeados em seus gabinetes, entre os seus e os de amigos e de sua suplente.

Ainda bem que o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chingaglia (PT-SP) foi taxativo: "se tiver alguém imaginando isso [flexibilizar], além de ser um erro político dramático, não fala em nome da Câmara", afirmou ao Estadão. Para que não haja dúvidas, Chinaglia enviará a interpretação do STF aos outros 512 gabinetes da Casa.

 

Isso vale (proibição do nepotismo nos três poderes - Federal, Estadual e Municipal) para todo o Brasil.

Escrito por jncanabarro às 12h25
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22/08/2008


Fui convidado pelo Evangelisto, para assistir um espetáculo musical lá no Teatro Municipal de Rivera. Uma pena, mas não pude ir.

No mesmo horário um outro teatro aconteceria aqui na Sala Cultural, que eu já tinha assistido ontem.

Mas como prometi que voltaria hoje. Paty Jacques e Carlos Baroni cumprem temporada com o espetáculo

A Vida Social

que faz sucesso em Livramento. Cia.Teatral Arcanjos (PoA)

Duas noites na Sala Cultural, ontem e hoje,

e durante o dia nas principais escolas públicas de Livramento. 

A companhia teatral dos artistas Carlos Baroni e Paty Jacques continuará ainda na semana vindoura fazendo suas apresentações pelas nossas escolas.

 

  

Paty Jacques      &      Carlos Baroni

 

O público desta noite (22 de agosto) já foi um pouco melhor.

Precisaríamos ter espetáculos permanentemente na cidade, para que o público crie o hábito de ir ao teatro. Temporadas com datas marcadas, todos podem se programar, se agendar. Já estamos nos programando para que dentro de pouco tempo o teatro, aqui em Livramento, seja um acontecimento constante.

 

A Vida Social - público 22 de agosto de 2008

 

Escrito por jncanabarro às 23h24
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Está visitando a nossa cidade, Santana do Livramento,

a Cia.Teatral Arcanjos (PoA)

Vieram com um espetáculo moderno, provocante, propositivo e questionador.

 

 

Marta Pujol apresentando os artistas da Cia.Teatral Arcanjos (PoA)

 

 

Uma atriz e um ator, misturam a arte de representar com a arte de palestrar, interagindo com a platéia, fazem o espetáculo fluir naturalmente. Uma boa e gostosa conversa informal.

 

Homens e mulheres postos na discussão, seus relacionamentos e atitudes do cotidiano. Numa linguagem clara, aberta, jocosa. Maridos, esposas, namorados e namoradas, muito cuidado com as relações, desleixos e atenções. O que vale é a busca eterna do verdadeiro amor, que tem gosto e cor.

 

E os jovens, adolescentes, colocados no dia-a-dia, nas suas descobertas, os verdadeiros valores sociais. Sem mascara ou preconceito, fala-se abertamente de sexo, drogas e "pagodes". A importância da percepção do mundo e do que é estar no mundo. O nosso dia-a-dia, o relacionamento inter-pessoal e ambiental.

 

 

Patrícia e Carlos apresentando "A Vida Social"

 

Para quem espera um teatro tradicional, diante desta proposta moderna, liberta da iluminação especial, do cenário, do figurino, não vai se decepcionar. Carlos, o ator da Cia.Teatral Arcanjos dá um show ao velho e maravilhoso estilo shakespeariano no seu "grand finale".

 

 

Na proposta de espetáculo moderno

um espaço para o

teatro tradicional (Shakespeariano)

 

 

Patrícia, a atriz, no decorrer do espetáculo, carrega a cena com seu toque pessoal, dando leveza, humor e responsabilidade aos temas propostos.

 

 

 

Patrícia, com o apoio de vários adereços

calcinhas, absorventes, papel higiênico, sabonete

ilustra hábitos e costumes, nem todos recomendáveis.

Patrícia seria uma boa professora, se não o é.

 

 

Para uma noite fria, e para uma cidade que não é muito amante das artes cênicas, tivemos um bom público. Esperamos que hoje se repita.

 

 

 

Fotos duCANA

 

Sala Cultural "Prof. Chiquinho"

22 de agosto - 20 horas 

O ingresso é baratinho: R$ 3,00.

Escrito por jncanabarro às 10h55
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Ranger de dentes, impropérios, choro convulsivo

ouvia-se do Legislativo.

Vereadores que com poucas centenas de votos, desfilam como donos de casa, entre mães, pais, irmãos, filhos, filhas, noras, cunhados, pelos corredores do parlamento, estão de cabelos em pé, num lamento. Acabou o NEPOTISMO.

Será?

Há deputado pensando em criar "cotas de parentes"... Também concordo, mas só depois de acabar com a "cota dos sem vergonha.

 

 

O Supremo aprovou nesta quinta-feira (21 de agosto de 2008) o texto da súmula vinculante (entendimento sobre o tema) que proíbe o nepotismo no serviço público nos três poderes. Pelo texto, ficou estabelecida a ampliação do conceito que trata do nepotismo cruzado e que envolve diretamente os parentes de autoridades e pessoas que ocupam cargos de chefia ou confiança. A ordem vale para familiares até 3º grau.

O texto da súmula diz que "a nomeação de cônjuge, companheiro ou parente "em linha reta, colateral ou por afinidade, até 3º grau, inclusive da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou ainda de função gratificada da administração pública direta, indireta em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal".

A decisão de proibir o nepotismo inclui Judiciário, Legislativo e Executivo --órgãos de autarquias direta e indireta. Com a súmula vinculante, a ordem passa a ser obrigatória em todo o país.

Escrito por jncanabarro às 09h00
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20/08/2008


Caro Cebolinha...

Eu ouvi o programa. Te confesso que não estranhei nada. Legalmente a escravidão acabou no Brasil há 120 anos. E daí? Na mentalidade dessa gente e culturalmente também,

peão e bosta é a mesma coisa.

Explorar para eles é uma coisa tão natural, que trabalho (dos outros) é tão divertido como pescaria. Tu ouviste o descaramento.

Mas não vou comentar mais nada, não quero tirar o brilhantismo dos teus comentários, que transcrevo do teu blog.

 

                                                                 foto ilustrativa

 

 

Expointer I & II

 

Desde quando “dormir” com um touro ao seu  lado, estercando, berrando e mijando, não necessariamente nesta ordem, é uma aventura linda ?

 

Desde quando receber ordens 18hs p/dia e ter de dormir 4 com um olho fechado e o outro aberto, sempre com gente em volta e ainda por cima sem receber adicional noturno é romântico?

 

Desde quando, comer de pé,  não ter privacidade nem para ir ao banheiro é a mesma coisa que ir pescar?

 

Pois é nisso que algumas pessoas querem que nós acreditemos quando tentam nos convencer que os peões-cabanheiros são felizes quando vivem “maritalmente” com os animais,  durante a realização das Expointers na cidade de  Esteio.

Eles tentam nos convencer que o ministério do trabalho é injusto quando quer que peões tenham uma jornada de trabalho digna, lençóis limpos, caminha com colchão e zero de vaca na hora de dormir.

 

O argumento daqueles que defendem a idéia de que os empregados devem continuar nos galpões junto com os animais afirma que “eles gostam” ou então  “que eles estão acostumados “, e que é uma questão cultural, parece até que estão falando de uma sub-raça, que assim como alguns animais expostos primam pela rusticidade.

 

 Até os negros escravos, que  morriam de tanto trabalhar,

quando livres, relutaram em deixar as senzalas por não saberem o que era a liberdade.

 

 

Ora, só gosta de passar mal quem não sabe o que é passar bem.

 

Dêem a estes peões cinco anos de “bons tratos”, mostrem-lhes o outro lado da moeda e depois tentem convencê-los a voltar aos galpões.

 

Não voltarão!!! Nem que a vaca tussa!!!

 

 

*  **  ***  **  *

 

Conheço uma cabanha em que um inseminador, após o almoço, cuidava o cacarejo das galinhas para roubar ovos e fazer uma gemada, tudo porque o "boião" servido no estabelecimento era um caldo, sem carne e sem repeteco.

Alguém acredita que esta cabanha pagará hora extra, adicional noturno etc..etc...etc.. a seus peões em Esteio ?

No máximo, um tapinha nas costas.

 

Parabéns, meu caro Cebolinha - ff.amado

http://ff.amado.blog.uol.com.br/

 

Escrito por jncanabarro às 23h18
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Ato cobra fim da impunidade por

morte de moradores de rua.

  

A manifestação aconteceu em São Paulo. Moradores de rua e organizações da sociedade civil fizem ontem (19 de agosto), uma manifestação para lembrar os quatro anos de impunidade pelo assassinato de sete moradores de rua que viviam na região da Praça da Sé, no centro da capital.

A concentração marcada para as 9h. Às 10h foi realizado ato público na Praça da Sé e às 10h30, os manifestantes saíram em passeata até o Largo de São Francisco e depois à sede da prefeitura paulista.

Está previsto encontro com os candidatos à prefeitura da capital para apresentação de propostas voltadas à população em situação de rua e assinatura de termo de compromisso.
 
 
 
 
Em Porto Alegre a manifestação deu-se através do jornal Zero Hora (sábado 16). Uma reportagem não em defeza ou a favor dos moradores de rua, mas acusando-os de agressivos e por terem apropriado-se dos cruzamentos "Como se fossem os donos da rua".
 
Em Santana do Livramento essa população é bem acentuada, pelo tamanho da cidade. Some-se a ela os flanelinhas, os catadores, os pedintes. É correta a preocupação... Mas quem está preocupando-se com isso? E que tipo de preocupação está a nos assaltar?
 
 
Quem pergunta o que leva as pessoas a morar na rua, a mendicância, a indigência? Isso é um processo natural (da natureza), ou existe uma causa?
 
Lembremo-nos que: os felizes caem em desgraça por causa dos infelizes. A sociedade é um todo...
 
Eu era menino e lembro das páginas da revista "O Cruzeiro", fotos e manchete estampadas: "mendigos jogados ao mar com pedras amarradas aos pés". Esse crime nunca foi solucionado ou culpado alguém. A "cidade maravilhosa" não podia ter mendigos pelas suas ruas.
 
Os mendigos da praça da Sé, em São Paulo, enfeiavam o cartão postal, atrapalhavam o visual das vitrines... Sete deles foram mortos.
 
Queimar índios, mendigos, afogá-los ao mar é solução?
 
Se homens e mulheres de bem não sabem o que fazer diante desse tema, possivelmente e muito provavelmente, não lhes cabe o adjetivo "gente de bem".
 
                                                                                                        Fotos ilustrativas
 
 
Atenção candidatos a prefeito, o que foi escrito no livrinho visando o resgate da cidadania dessa gente que é gente também?

Escrito por jncanabarro às 08h46
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17/08/2008


Está em andamento a produção da peça teatral "O Julgamento de Lúculo". Texto de Bertolt Brecht.

Nesta semana será definido

o elenco da "Cia.Teatral duCANA"

que encenará esse espetáculo, colocando em cena mais de trinta atores e atrizes.

Fará parte desta montagem o mesmo grupo do "Auto de Natal" e mais convidados que estão se somando. JN Canabarro, ator, diretor e cenógrafo profissional estará, no final da montagem, entregando certificado de participação com carga de 200 horas/aulas.

Depois de pronta, a peça entrará em cartaz, oportunizando ao público santanense e riverense espetáculos durante dois meses. Está em negociação a local que acolherá as apresentações da peça. Assim que definido será anunciado a todos.

 

 

Cia.Teatral duCANA apresentando o Auto de Natal.

Cidade de Meninos - Livramento

 

Este mesmo elenco, somando-se a outros atores e atrizes

formarão o elenco de "O Julgamento de Lúculo"

 

O grande Lúculo morreu. O General que conquistou o oriente, derrubou sete reis e encheu de riquezas a cidade de Roma.

Seu julgamento se dará no "Tribunal dos mortos", para que se saiba se ele foi útil ou prejudicial. Para se saber se ele merece ser visto no campo dos bem aventurados ou mandado para o tenebroso hades.

 

Será de grande importância, para que seja justa a sentença, a presença do público testemunhando este ato que se dará no tribunal.

 

Venha participar conosco.

Estamos nos encontrando às terças-feiras,

no Sitramico, Rua João Carlos Brenner, 118. Das 18:30 às 21 horas.

Sitramico fica naquela rua que passa abaixo do ginásio do Colégio Estadual.

Seja ator, atriz. Participe como membro da Cia.Teatral duCANA...

ou no mínimo aguarde e

em outubro/2008 assista "O Julgamento de Lúculo"

Escrito por jncanabarro às 01h58
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16/08/2008


"Como se fossem os donos da rua"
 
 
 
“Como se fossem os donos da rua”. Esse é o título da matéria publicada neste sábado no jornal Zero Hora. Uma pauta recorrente do grupo RBS, sempre pronto a chamar atenção para o comportamento dos moradores de rua.

“Pedintes se apropriaram de esquinas da Avenida Ipiranga, onde moram e conseguem seu sustento abordando motoristas nas sinaleiras para pedir dinheiro, com freqüência de maneira agressiva”, destaca a reportagem.

Esses moradores de rua não tomam jeito mesmo. Quem estão pensando que são, querendo se adonar das ruas e prejudicando a paisagem da cidade? Por que eles não se colocam no seu lugar, seja ele qual for?

O que seria dos homens e mulheres de bem deste Estado se não houvesse a RBS para zelar por sua segurança...
 
 

Escrito por jncanabarro às 23h24
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15/08/2008


Antes de mais nada, para quem seqüestra, tortura, mata, da sumiço a cadáveres,

mentir à justiça

é só um desrespeito a mais. Não faz a mínima diferença para esses cuturnos que se julgam os iluminados. Que sempre tiveram às mãos a vida de outras pessoas, pela força, e brincavam como se elas fossem de pano.

 

O texto abaixo foi publicado em ZERO HORA no dia 7 de agosto de 2008. E atentem para o título: "Suspeito de tortura". Será que essa gente desse jornaleco não sabe que o Ustra é torturador e não suspeito de torturador? 

 

 

ANOS DE CHUMBO

Suspeito de tortura diz que família abrigou ministro

Ustra afirma que irmão atendeu a pedido de ajuda de Tarso em 64

 

 

 

Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra

ex-comandante do DOI-Codi

(Para a Zero Hora - suspeito de tortura)

 

Em documento de 32 páginas enviado à Justiça de São Paulo, onde é réu em duas ações civis por torturas que teria praticado ou ordenado nos anos 70, o coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra inclui informação que reputa prova importante de que sua índole é boa e, como tal, seria incapaz de agredir semelhantes. Segundo Ustra, foi sua família quem abrigou nos idos de 1964, após a revolução de 31 de março, um jovem estudante gaúcho, de 17 anos, que temia estar na mira da repressão.

Tarso Fernando Herz Genro era o nome daquele rapaz, segundo relata o oficial a quem as entidades de direitos humanos conferem o rótulo de símbolo dos porões. No auge dos anos de chumbo, então major, Ustra comandou o Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi) do antigo II Exército. As famílias de Ustra e Tarso são oriundas de Santa Maria.

Hoje com 61 anos e ministro da Justiça, Tarso sustenta que os atos de arbítrio cometidos durante o período militar não se classificam como crimes políticos e devem ser punidos com base no Código Penal. Segundo o ministro, os agentes públicos que cometeram violências não devem ter privilégio.

As declarações de Tarso sobre o tema deixaram Ustra indignado. Por e-mail a seus advogados de defesa, o coronel narra o episódio que diz ter ocorrido há 44 anos. “A família que abrigou Tarso Genro foi a minha. Meu irmão José Augusto, advogado, já falecido, na época da Contra-Revolução, em 1964, era colega de colégio ou aluno da faculdade, não me recordo mais, e era muito amigo do Tarso. Tarso fugiu e se refugiou em Rivera, fronteira do Brasil com o Uruguai. Como nunca foi procurado, com medo de voltar ao Brasil e ser preso, pois já era um agitador do Partido Comunista, telefonou ao meu irmão e pediu socorro”, diz Ustra.

Tarso nega contato e diz que versão é irreal

O coronel afirma: “Como meu irmão era noivo da filha do secretário da Segurança Pública do Rio Grande do Sul, coronel Athos Teixeira Baptista, pediu ao futuro sogro que ninguém fizesse nada com o Tarso, o que aconteceu. Meu irmão foi a Rivera, apanhou Tarso e o apresentou ao coronel Athos, em Porto Alegre. O coronel intercedeu para que Tarso fizesse o NPOR (Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva) no Regimento Mallet, onde ele foi matriculado e se tornou oficial de Artilharia.”

Segundo a assessoria de imprensa do ministro da Justiça, a versão apresentada pelo coronel é irreal. Tarso teria saído do país em 1971, e não em 1964 como afirma Ustra. Na fuga, Tarso diz ter ficado em uma fazenda de propriedade do ex-presidente João Goulart, já que o pai do ministro teria sido amigo do ex-presidente. Em seguida, foi para Rivera. A assessoria afirma que Tarso jamais teve contato com Ustra e sua família.

 

 

Comentário caseiro de JN Canabarro

 

Em 1971, eu, JN Canabarro (titular deste blog), Luciano Machado (escritor), Flávio Madeira Chaves (sindicalista), entre tantos outros, fomos alunos do Tarso Genro, exilado político em Rivera. Tarso era vereador em Santa Maria (MDB) e nesse ano (1971) exilou-se no Uruguai.

 

Estudavamos no Artigo 99, hoje "Supletivo". Tarso lecionava português e literatura no "Curso Santana". Quem abrigou Tarso Genro foi o Estoécel Santana.

 

 

Encontro do mestre e aluno 36 anos depois

Ministro Tarso Genro e o professor JN Canabarro

Aeroporto de Rivera (ROU) 

Escrito por jncanabarro às 17h27
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14/08/2008


Ditadura e Impunidade

 

As feridas abertas da ditadura
Impunidade dos que torturaram e assassinaram durante o regime militar criou uma cultura político-policial que legitima na prática a ilegalidade exercitada ainda hoje pelos agentes do Estado.
Opinião do historiador Marcelo Badaró.
 
 
 

 

O Brasil é o mais atrasado dos países do Cone Sul no que se refere à responsabilização penal de torturadores. A discussão sobre a interpretação da Lei de Anistia, recentemente levantada pelos ministros da Justiça, Tarso Genro, e da Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH), Paulo Vanucchi, gerou uma reação virulenta dos militares.

 
No dia 7, os oficiais da reserva organizaram uma reunião no Clube Militar do Rio de Janeiro, onde compareceram, entre eles, Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel reformado do Exército, que comandou no início dos anos 70, o DOI-Codi de São Paulo, órgão de repressão do regime. O oficial está sendo acusado pelo Ministério Público Federal pela prática de tortura, seqüestro e assassinatos na época da ditadura e também é réu em duas ações movidas pelas famílias Teles e do jornalista Luiz Eduardo Merlino.

 
O tom do encontro foi de defesa do regime militar. “Há nomes de terroristas que ensangüentaram nosso país, matando mais de cem pessoas. Em respeito à Lei da Anistia não vou citá-los. Muitos deles estão ocupando hoje cargos públicos”, disse o general da reserva Sérgio de Avellar Coutinho. Realizado para discutir a Lei de Anistia, as falas dos oficiais da reserva foram marcadas por ataques: “Isso faz parte de um revanchismo organizado que começa depois de 1979 no nosso país", disse Coutinho, referindo-se ao ano de promulgação da lei.
Em bate-boca com os manifestantes do Grupo Tortura Nunca Mais e da União Nacional dos Estudantes (UNE) que protestavam em frente ao Clube Militar, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), presente ao evento, afirmou: “o grande erro foi ter torturado e não matado".

Escrito por jncanabarro às 15h52
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O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) será alvo de um pedido de cassação de mandato por

quebra de decoro parlamentar.

O parlamentar distribuiu xingamentos e insultos ao ministro da Justiça, Tarso Genro, esta semana durante a discussão sobre a Lei de Anistia. Na noite desta terça-feira (12), Bolsonaro voltou a carga contra os deputados Domingos Dutra (PT-MA) e José Geraldo (PT-PA), que se manifestaram favoráveis ao pedido de cassação anunciado pela deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

 

 

O bate-boca irritou o deputado José Inocêncio (PR-PE), que presidia a sessão. Ele determinou ao serviço de Taquigrafia que retirasse todas as expressões anti-regimentais, sobretudo as de ofensa, como “moleque”, ditas por Bolsonaro contra autoridades do País.


Desde que começou a polêmica sobre a Lei da Anistia e a punição dos torturadores do estado ditatorial que se implantou no Brasil entre 1964 e 1980, Bolsonaro tem disparado palavras raivosas contra o ministro Tarso Genro, a quem chama de “moleque”, “assaltante”, além da declaração que fez durante almoço dos generais da reserva no Clube Militar, no Rio de Janeiro, na semana passada.


Bolsonaro teria dito que o Exército fizera mal em apenas torturar os opositores do sistema ditatorial, deveria ter matado todos.

 

O deputado Domingo Dutra condenou as palavras de Bolsonaro e defendeu o pedido de cassação. “Lamento profundamente que o deputado Jair Bolsonaro, numa linguagem inadequada, tenha tratado aqueles que são favoráveis à punição dos torturadores de forma agressiva, fugindo da linguagem compatível com a representação parlamentar que ele possui nesta Casa”.


O deputado Zé Gerardo fez o mesmo. Bolsonaro reagiu, gritando que o ministro Tarso Genro era “assaltante”. O Presidente da Mesa teve que intervir para acalmar os ânimos.

 

 

Monumento "Tortura nunca mais"

do arquitero piauiense Demétrios Albuquerque

 

Comentário caseiro de JN Canabarro

 

Eles continuam os mesmos. Julgam-se donos no mundo e que a vida dos outros depende da vontade deles. Matar, torturar, explorar sempre foi muito fácil para eles.

 

Leia o texto completo clicando abaixo

 

http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=41883

Escrito por jncanabarro às 00h57
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